Archive | janeiro 2015

La Parca

Ficar velho é caminhar para o grande nada. Pensando sobre a morte, penso que gostaria de morrer dormindo, em um deserto. Para que ninguém jamais tivesse que fazer um funeral. O enterro da minha mãe foi ruim por si só e ainda teve gente fazendo presepada.  Acho que eu preferiria morrer longe de qualquer pessoa, como um elefante. Ou dar uma festa. Não sei, mas já que a carne vai pros vermes, que ela vá bem usada.

BARTOLO BAR A MÉDIA LUZ

Com esse bafo de dragão-de-komodo com azia, me enfurno em casa e vou ouvir música.

Ouvia a Fluminense FM com dificuldade. Meu bairro era cercado de morros e tinha uma base aérea do lado. No meio daquela estática, ouvia umas coisas bem bacanas, como o Premeditando o Breque, o Lígua de Trapo

Egressos da Vanguarda Paulista, tinham uma estética, de elementos jazzistico, musica latina e chorinho, bem diferente dos derivados do punk, que todo mundo estava se enfiando. Achei legal pelo elemento do Humor e pela destreza instrumental.

Taí três bons exemplos

Língua de Trapo

Premeditando o Breque

 

 

Musicalidades e Estupefacientes

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viaMusicalidades e Estupefacientes.

Musicalidades e Estupefacientes

Bom. Todo mundo sabe que toco em bandas desde os quinze anos. Não consigo viver sem isso. Pior. Eu costumo montar minhas próprias bandas, já que não sou nenhum grande músico e talz. Musica faz muito parte da minha vida. Tento ouvir música o tempo todo. Descobrir coisas é muito legal. Um amigo de face publicou  alguma coisa sobre Esquerita. Lembra o Little Richard na forma, ele é meio “extravagante”, mas a música é ótima. Vai do rhytim blues gerador do rock ao soul mais sofisticado, com elementos jazzísticos e clássicos. Não conhece? Vai na fé.

Outra descoberta, esta por acaso, quando estava ouvindo uma coletânea de blues Chamada Atlantic Blues- Vocalists e fui catar mais musicas dessa cantora de voz suave e marcante. Acabei me deparando com uma boa coletânea de jazz sobre, digamos, substâncias alteradoras da consciência. Mais expecíficamente, a velha e boa futramba. Com vocês Lil’ Green

O vídeo acima é bem ilustrativo sobre o tema da música, se seu inglês não for tão bom

E aí vai um belo Blues em notas menores(uma das coisas que eu mais gosto em música)

O nome do do disco é Dope and Glory  e é ótimo pra ouvir de tranquilo, assim que tu acabou de tostar aquela sardinha.

Bangu

Bangu é quente. Uma mistura de Hell´s Kitchen(como eu li, folheando um livro de poesia na Beringela, uma livraria aprazível no Centro do Rio)com laboratório de praga bíblica. Cresci na Zona Oeste e sei como é.

Ainda é o pior IDH do Rio e ainda votam lá nos mesmos feudos de sempre.

Estou para dar um pulo em Bangu. Vou ver ser rabisco um Galactus no braço, com minha filha!!!

Desenhando alucinadamente bem ela meio que topou um desafio.

Oba.

2015

Chegamos em 2015. E os cientistas do mundo inteiro estarão, com suas mentes geniais, limpando os fundos de garrafa, voltados para três grandes desafios. O Tênis que amarra sozinho(boa tentativa,empresa de materiais esportivos, que usa mão de obra barata do terceiro mundo…), o hoverboard(aquele skate que flutua), mas acho que o grande desafio será…

tiburon

Holografias. Ou tu pensou em maquina do tempo?

Holografias foram criadas em 1946 por um engenheiro húngaro, chamado Dennis Gabor e com as novas tecnologias de reprodução de imagens, parece que estão chegando a um novo patamar. Isso é bacana, mas imagina, tu vai poder ir em um show de um artista morto que você gosta e ter a impressão que você está assistindo ele ali. Mas será que é bom?

olha um fantasma!

Olha! Um fantas

Sempre achei paradas 3D maneiras, acho meio bizarro “ressuscitar” um artista, pra alguém(que não é o artista)viver na mordomia. Lembra as cabeças dos presidentes de Futurama.

 

Feliz Ano Novo!

O Primeiro filme do ano foi Dredd. Baseado no gibi que sai todo mês na banca e é ótimo.  sabe-se que Robocop foi “inspirado” no ultra reacionário e caricato superpolicial. O filme acerta em deixar o personagem frio como uma máquina. E o flime é bacana!

Ainda prefiro a sátira do primeiro Robocop. Não acho o do Padilha terrivel, mas o tom de sátira ficou mais contido.

Dredd não alivia. Não são os braços da Venus de Millo mas também não é  a Entrevista. Aliás essa galera da comédia americana tá dificil.

Saude!

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